D’Alessandro embaixador na América Latina – Instituto do Câncer Infantil

D’Alessandro embaixador na América Latina

D’Alessandro é anunciado como embaixador do Instituto do Câncer Infantil na América Latina

O jogador D’Alessandro foi intitulado, oficialmente, embaixador do Instituto do Câncer Infantil na América Latina em ação inédita para unir centros de pesquisa do Rio Grande do Sul, do Brasil e países do continente, através do Protocolo Latino Americano de Sarcoma de Ewing. O evento aconteceu no dia 14 de outubro, na Fundação Iberê em Porto Alegre, e contou com a presença dos embaixadores regionais do ICI e de instituições do país, da Argentina e do Uruguai. Os atletas Victor Cuesta, Martín Sarrafiore, Uendel, Marcelo Lomba e Edenilson, do Internacional, bem como o presidente do Clube, Marcelo Medeiros, também prestigiaram a cerimônia.

Por meio dos embaixadores e das diversas ações promovidas em suas regiões, o Instituto pode ampliar sua atuação, seus projetos e assistência a muitas famílias e adolescentes. Para o Diretor-Presidente do ICI, Dr. Algemir Brunetto, a relação de D’Alessandro com as crianças foi de muito carinho desde a primeira visita. “É um carinho impressionante do D’Alessandro com as crianças. Ele é um exemplo de cidadão, ajudando tantas causas e temos o privilégio de tê-lo ao nosso lado”, comentou. Dr. Brunetto ainda ressaltou que o câncer infantil é a primeira causa de morte por doença até 19 anos: “Nos sentimos mais fortes com o apoio do D’Ale, nossa luta é grande. Estamos falando de carinho pela causa”.

D’Alessandro falou sobre a relação antiga que tem com o Instituto: “É motivo de honra e orgulho levar essa bandeira e contagiar os colegas para unirmos forças e mudarmos a vida de muitas crianças. Como defendo a camisa do Inter dentro de campo vou defender a do ICI fora”, ressaltou. O jogador ainda contou sobre a relação pessoal com a causa e sobre a responsabilidade assumida: “Quando eu vejo crianças assim, eu vejo meus filhos. Quando a gente vira pai, a sensibilidade vai de zero a cem. Cada criança que eu vejo no ICI é como se fosse meus filhos. Hoje fiz questão de trazer eles aqui, porque às vezes as pessoas acham que o atleta de futebol vive numa bolha, mas temos os mesmos problemas, convivemos com as mesmas coisas. Eles já sabem o que o pai faz dentro do campo, mas quero que saibam principalmente o que fiz fora”, comentou.

No final, o embaixador fez um convite para conhecer o Instituto: “Podem passar no ICI, as portas estão abertas para que possam investir. As crianças são o futuro não só do Brasil e da América Latina, mas do mundo. Vamos trabalhar juntos e onde puder estarei presente. Podem fazer da minha imagem o que quiserem. Precisamos da ajuda de todos, de empresas, de pessoas físicas, precisamos de pessoas que queiram ajudar para melhorar a vida das nossas crianças”. Sobre o trabalho que irá exercer como embaixador, colocou-se à disposição: “Sinceramente não sei qual será minha primeira ação como embaixador, mas estarei presente, com certeza. Agora estamos cobrando, pedindo, divulgando o ICI, usando meu alcance. Demos um primeiro passo importante que é passar essa mensagem”, completou.

O presidente do Conselho Deliberativo do ICI elogiou a nova “contratação” da instituição e comentou sobre a importância desse novo passo. “D’Alessandro tem um coração enorme. O Instituto começou em Porto Alegre, depois expandiu para o Rio Grande do Sul, depois para o Brasil e agora, a América inteira tem o embaixador D’Alessandro. Estamos muito felizes, principalmente eu, que fui convocado há 28 anos para essa causa”.

Altamente agressivo, o Sarcoma de Ewing é um tumor pediátrico que representa a segunda neoplasia óssea mais frequente em crianças e adolescentes. Em colaboração com grupos nacionais e internacionais, os pesquisadores do ICI desenvolveram, ao longo dos últimos 13 anos, protocolos clínicos de tratamento para pacientes com a doença a fim de padronizar na América Latina o tratamento oferecido a crianças e adolescentes. Os estudos examinam o papel de regimes de tratamentos adaptados, levando em consideração a realidade na América do Sul. Em 8 anos (de 2011 a 2019), mais de 520 participantes foram incluídos no Protocolo Ewing Sul-Americano.

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